sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Castanhão produz 1,5 milhão de quilo da tilápia por ano. Saiba a importância do açude para a economia do município

Posted at  sexta-feira, fevereiro 13, 2015  |  in  Turismo

A piscicultura, como é definida a criação de peixes em cativeiro, movimenta o setor econômico do município jaguaribarense; a atividada é a base econômica.

Turista exibe peixe pescado no Castanhão.
Foto: Reprodução
 O atual Prefeito de Jaguaribara, Francisco Holanda Guedes afirmou ao portal TV Jaguar que são produzidas mais de 1.500.000kg do peixe tilápia no Açude Padre Cicero, o Castanhão. O reservatório tem capacidade para 6.5 bilhões de metros cúbicos, porém, assim como outros reservatório brasileiros vive crise hídrica, refletindo o panorama nacional da realidade brasileira. Em agosto do ano passado, o portal Tribuna do Ceará publicou que o Castanhão está com apenas 35% de sua capacidade, seu pior estágio em uma década de existência.
  O Prefeito ainda afirmou que a base da economia do município é a criação de peixes em tanques-redes. O mesmo falou sobre a nova aposta da Prefeitura: a fruticultura, cujo abastecimento é feito com ás águas do Castanhão. "Temos um projeto de fruticultura para pequenos produtores familiares que já plantam e colhem goiaba e mamão", revelou-o, referindo-se a atividade desenvolvida no Curupati Irrigação, ás margens do Castanhão.
 Além da criação de peixe, a piscicultura favorece o comércio local de diversas formas: uma delas é o varejo de ração de alevinos e o artesanato a partir do couro da tilápia.
 Apenas três estabelecimentos estão instalados em nossa cidade: Nelson Rações Presence, Rações Rerim e Rosendo Rações Guabi, ambas atendem a demanda para os psicultores. Um empresário do ramo afirma que vende em média entre 100 a 150 sacos de ração por dia, mas em dias mais lucrativos, vende 130 sacos apenas para um piscicultor (diz-se aquele que pratica a piscicultura). "As principais marcas de ração presente na Piscicultura do município são: Guabi, Presence, Fli-Ribe, Integral Mix, Pratigi e Poli-Nutri", afirmou-o.
"Boa parte do peixe é vendido a empresários que desenvolve parcerias em Fortaleza. Nós piscicultores fazemos todo o procedimento de criação, em seguida passamos o produto para estes empresários, e eles passam para os outros setores, como restaurantes, empresas e varejo em geral. É um ciclo comercial muito amplo. Um pequeno piscicultor chega a produzir média 50kg de peixe. No total mais de 60 toneladas de tilápia (por grupo) são transportadas para  a capital", afirmou um piscicultor ao blog.

 O artesanato também despontava como uma atividade lucrativa. Bolças, carteiras, e acessórios em geral eram produzidos a partir do coro da tilápia. O blog não obteve informações sobre a situação do setor, visto que este segue sem divulgação.

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